Prive Contos Eróticos – Comendo o Carinha da Academia

Sou Camilo e tenho 18 anos e sou viciado em academia, por logo estava eu lá malhando quando der repente entra ali um carinha que me chamou a atenção, nunca fui de reparar em bunda de homem, mas aquele ali era dono de um corpo bacana e de um rabo muito bonito.

Jeitinho de chupador de rola e eu ali meio que olhando de rabo de olho, afinal nunca falei pra ninguém e nem demonstro que sou chegado num viado bom de cu, as vezes dou um pegas nos viadinhos e meio na escondida, ninguém nem sonha com isto.
Como disse curto malhar mais não tenho lá um corpo perfeito, tenho algumas tatuagens e sou branco, 1,75 de altura e jeitão de macho mesmo, cabelo pra cima, olhos castanhos e uma boca carnuda esta é a melhor forma de me definir, sempre comi garotos e mulheres, sou chegado numa buceta, mas não recuso um bom rabinho.
Fiquei por uns dias flagrando aquele carinha boa pinta, meio afeminado mais nem tanto e sua forma de malhar, provavelmente era novo ali e sem muito esbarrei propositalmente quando fui pegar agua, notei seu jeitinho de falar comigo e sem muito dei umas encaradas para ele notar o pai aqui.
Passados alguns dias estava tomando uma agua gelada ele chega ao meu lado chamando pro papo e eu prontamente respondi, ele me dizia voltar a malhar a pouco tempo e estava meio perdido ainda, falei que era firmeza e então ele queria umas dicas de suprimento e pra isso passei meu whats pro carinha garantindo dar umas dicas pra ele, mas na realidade queria suprir ele de leite naquela bundinha.
To saindo do trampo e vejo o tal carinha ali me chamando pro papo, jeito top do gayzinho e eu so flagrando ele, curti sua forma de falar e convidei ele logo pra visitar meu apê que lá mostraria alguns suplementos que tenho, ele de pronto marcou pro outro dia pelas nove da noite, dito e feito.
Carinha me vem todo galã e jeito de playboy, aperto de mão forte o convidando pra entrar e ofereci uma agua, cerveja ou um suco e ele ainda meio sem situar a coisa, eu de bermudão de seda e sem camiseta pra mostrar a banca pro pleyba.
Conversamos por segundos e mostrei meus venenos pra ele e eram quase umas nove da noite até que a gente começou a tomar umas latinhas, depois que insisti onde ele dizia ter que trabalhar no outro dia e eu também, na moral o papo do carinha era bom, visual de seu jeito também, mas meu flagra era seu rabo e pra comer ele tentaria ousar e fui meio que intimando.
– E ai mano tem namorada ou é do estilo pegador?
Ele meio sem saber o que falar pois eu até flagrava que o cara era chegado num pau, mas era pra deixar ele constrangido que lancei o papo, ele meio que sem ação dizia que não, pois era gay.
– Eita mano, desculpa ai, pensei que tu era chegado numa buceta, mas tu curte é rola né?
Sempre fui meio desbocado, e ele lá meio zonzo pelas cervas já tomada caia no papo, sem muito fechei a porta e tal, virei de frente pra ele e sem saber ao menos a reação dele tirei meu pau que já estava meia bomba e mostrei pra ele.
– Tu curte isso aqui né mano.
O carinha pegou a real do convite e ali ajoelhava na minha frente e engolia minha rola grossa e grande, sentia ele mamar como nunca. Eita carinha que chupava meu pau gostosamente, eu de pé e ele já ajoelhado mamando.
Pegou a latinha de cerveja e jogando gotas no meu pau e foi lambendo, gostosamente aquela cerveja gelada misturava a sua boca quente e aquela sugada de mamador.
O carinha era dono de umas chupada fenomenal e eu ali metendo na sua boca, atolava mesmo sem dó e dando tapas na sua cara o obrigando a chupar e engolir cada centímetro.
O carinha então subia e logo me dava um beijo de língua, tudo de bom sentir o corpo quente e a pegada daquela quase mulherzinha, jeitinho bom de tomar no cu, acariciando meu pau ele batia pra mim enquanto nos beijávamos e minha mão apertava sua bunda grande e macia, queria afundar meu pau no cuzingho dele e ali mesmo na sala, ele de quatro no sofá o fiz empinar seu rabo.
Lambi cada centímetro do seu rego, fazia minha língua fuder seu cu e dava mordidas nas sua bunda, o cara pirava nas linguadas e pedia rola. Apontei meu pau e sem deixar ele ao menos segurar afundei meu pau sem medo, meu cacete entrava gostosamente naquele cuzinho apertado.
Ele tentava me conter e eu com força afundava sem menos deixar ele pedir pra sair, meu pau já estava tudo dentro, ele fazia cara de dor e eu beijando sua boca, curtindo sua língua pedia calma pra ele e em momentos deixava meu pau ficar por minutos naquele cu parado.
Sem mais via sua calma e comecei a fazer movimentos de vai e vem, era bacana olhar e ter um viado de quatro no sofá, um bundão com todo meu pau atolado dentro e ele pedindo mais e mais, gostosamente ele rebolava na minha rola e eu afundava, metia e batendo forte na sua bunda o chamando de puta, viado, o fazia gemer de prazer.
Como era bom sentir o carinha curtir ser atolado, ver meu pau consumir seu cu e ao tirar notar o arrombo feito no teu cuzinho, enfiava meus dedos e via que entrava quatro e então metia com as mãos, mordendo sua orelha.
Cara gostoso de cu merecia mesmo é ser afundado, assim meu pau ficava lá saindo e entrando, minhas dedadas e minha vontade de gozar dentro dele, carinha bom de beijo e que sabe rebolar.
Mandou eu sentar no sofá, obedeci com meu cacete apontado para o alto, me beijando ele sentava majestosamente no meu cacete, carinha beijava e segurando no meus braços ele subia e descia me levando ao auge do sexo, bom de dar o cu ele fazia meu pau latejar dentro do seu cu quente, sem muito sentia o cara se punhetar e fazer o sobe e desce, aquela cena era tosca e gostosa, meu cacete era forçado a gozar dentro de sua bunda e em momento não conseguia mais segurar, esguichava porra no seu rego enquanto sem demora ele também gozava na minha barriga, era gostoso aquela situação e eu suando me fazia morder e sentir dois lábios se cruzar em um beijo suado e de prazer.
– Que foda foi essa!!!
Pensava eu e curtindo o boyzinho que então descia de cima do meu cacete, eu todo gozado meio que achava sem nexo mais me limpava, via o cara escorrer pelo cu todo leite do meu pau e me perguntar onde era o banheiro, apontei pra ele fiquei ali me limpando e então fui até a geladeira pegar uma cerveja pra mim e pra ele, ficamos de papo e caricias ele me dizendo que teria que ir pois sua família poderia ficar preocupado, abracei o carinho, dei um longo beijo e ficamos na mesma, depois deste dia continuei comendo aquele pleyba da academia e até tirei uma grana dele emprestado pois o carinha era filho de bacana e eu com pau doce fiz ele cair na minha, juntei o útil e o agradável.
FIm
Autor > Danyel
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